quinta-feira, 8 de julho de 2010

Carta de uma mãe Obrigatório ler

INVERSÃO DE VALORES - CARTA DE UMA MÃE PARA OUTRA MÃE (ASSUNTO VERÍDICO).

*Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da
RTP1:

Citar
De mãe para mãe...

Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de
televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das
dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em
Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das
dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem
como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a
este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na
mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de
Defesa de Direitos Humanos, etc...

Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele
fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me
separa do meu filho.
A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas
para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho
(inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto
da família.

Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho
matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu
filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a
família.

No próximo domingo, enquando você estiver a abraçar e beijar o seu
filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua
humilde campa, num cemitério dos arredores...

Ah! Já me ia esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se
encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o
sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela
segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um
criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante
dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra
de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".

Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:
Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta
(falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...

Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos"

Uma bela publicidade à Farinha...‏

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Dia da Freguesia



O Raminho Festeja o "Dia da Freguesia", Domingo, dia 11 de Julho. Missa Campal, celebrada pelo Reverendíssimo Padre Lúcio Couto.


Ao longo dos anos e por iniciativa dos órgãos autárquicos desta freguesia, o Raminho está habituado a comemorar o seu “Dia da Freguesia”. Este dia é dedicado exclusivamente aos Raminhenses, aos imigrantes de visita à nossa terra e outros convidados que por qualquer razão contribuíram com algo de relevante para a freguesia. Tal como nos anos anteriores, este ano a junta não foge à regra nem à tradição e já iniciou os preparativos para festejar o dia do aniversário da nossa freguesia.

O Parque de Campismo situado abaixo do Miradouro do Raminho, será o local de concentração e convívio. Terá muita animação para que todos possam confraternizar.


O programa conta com a habitual Missa Campal, ao meio-dia (12:00 horas) celebrada pelo Reverendisimo Padre Lucio, tambem ele natural do Raminho, seguindo-se de almoço “churrasco” oferecido pela Junta de Freguesia. Também haverá muita animação musical (surpresa) para animar parte da tarde.



A população do Raminho fica desde já convidada para em conjunto festejar-mos este acontecimento de importante relevância para a nossa freguesia



Honorato Bettencourt Lourenco

Presidente da Junta de Freguesia do Raminho