sexta-feira, 10 de maio de 2013
Um PORTUGUÊS (açoriano) exemplar!
Um PORTUGUÊS exemplar! Parece ficção?
Para não esquecer um homem digno.
Será que algum político actual conhece a história deste homem?
Destes, nasceu uma vez UM!
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso.
Formou-se em Direito.
Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.
Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Foi reitor da Universidade de Coimbra.
Foi Procurador-Geral da República.
Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.
Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.
Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.
Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.
Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.
Pena ter-se extinguido a espécie!...
Para não esquecer um homem digno.
Será que algum político actual conhece a história deste homem?
Destes, nasceu uma vez UM!
Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos. O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso.
Formou-se em Direito.
Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.
Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Foi reitor da Universidade de Coimbra.
Foi Procurador-Geral da República.
Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.
Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.
Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.
Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.
Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.
Pena ter-se extinguido a espécie!...
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Manuel de Arriaga
Conversa de papagaio
Uma bela noite um ladrão entrou numa casa.
Enquanto procurava objectos de valor com a sua lanterna ouviu uma
voz vinda do escuro que disse, "Jesus sabe que estás aqui".
Com o susto quase ficava sem pinga de sangue , apagou a lanterna e ficou estático.
Quando não ouviu mais nenhum ruído, abanou a cabeça e continuou.
Imediatamente após ter retirado uma aparelhagem para poder desligar os cabos,
voltou a ouvir claramente "Jesus está a observar-te".
Meio espantado, apontou freneticamente a lanterna em todas as direcções, 'a procura da
origem daquela voz. Finalmente, num canto do quarto, a lanterna apontava para um papagaio.
"Foste tu que disse-te aquilo?" berrou ao papagaio
"Sim", confessou o papagaio, e depois guinchou, "Estou a tentar avisar-te que ele está a observar-te".
O ladrão acalmou. "Avisar-me ? Afinal quem pensas que és?"
"Moisés" respondeu o papagaio.
"Moisés???" disse o ladrão rindo. "Que tipo de gente é que ia dar o nome de Moisés a um papagaio?"
"O mesmo tipo de gente que deu o nome de Jesus a um Rottweiler".
Enquanto procurava objectos de valor com a sua lanterna ouviu uma
voz vinda do escuro que disse, "Jesus sabe que estás aqui".
Com o susto quase ficava sem pinga de sangue , apagou a lanterna e ficou estático.
Quando não ouviu mais nenhum ruído, abanou a cabeça e continuou.
Imediatamente após ter retirado uma aparelhagem para poder desligar os cabos,
voltou a ouvir claramente "Jesus está a observar-te".
Meio espantado, apontou freneticamente a lanterna em todas as direcções, 'a procura da
origem daquela voz. Finalmente, num canto do quarto, a lanterna apontava para um papagaio.
"Foste tu que disse-te aquilo?" berrou ao papagaio
"Sim", confessou o papagaio, e depois guinchou, "Estou a tentar avisar-te que ele está a observar-te".
O ladrão acalmou. "Avisar-me ? Afinal quem pensas que és?"
"Moisés" respondeu o papagaio.
"Moisés???" disse o ladrão rindo. "Que tipo de gente é que ia dar o nome de Moisés a um papagaio?"
"O mesmo tipo de gente que deu o nome de Jesus a um Rottweiler".
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